Brardos

Os tempos são outros

E as musas renascidas

Não têm sido bem vistas

Ou então, são mal compreendidas

Quanto a poesia, foi corrompida

Violentada, exposta e explícita

Brutalizada por romance fascista

Essa face individualista

E os brados ecoam em peitos-cativeiro

Os pulmões sempre cheios

De fumaça ou desespero

Implorando à mente algum meio

De aliviar dos Bardos os anseios

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